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Sara Rocha, associada sénior de PI/TMC da CMS Portugal, assina um artigo de opinião na marketeer, onde analisa as implicações jurídicas da utilização do nome próprio enquanto marca, tomando como ponto de partida o caso de Jo Malone e a venda da sua marca ao grupo Estée Lauder.
Tendo como ponto de partida um caso mediático, a advogada reflete sobre a distinção entre o nome enquanto direito de personalidade e o nome enquanto ativo económico. Segundo Sara Rocha: “quando o nome da pessoa é também o coração da marca, aquilo que se assina num contrato pode definir não apenas os contornos da venda de uma empresa, mas também os limites da identidade comercial futura de quem a criou”.
Leia o artigo completo: O nome como marca: o que podemos aprender com o caso Jo Malone?