De acordo com os indicadores divulgados pela CMVM relativos ao 3° trimestre de 2020, estavam sob gestão de fundos de titularização de créditos cerca de 3.719,5M€, menos 16,9% do que no período homólogo do ano anterior. E, embora os créditos hipotecários dominem as carteiras de fundos de gestão, as alterações ao Código dos Valores Mobiliários e ao Regime Jurídico da Titularização trouxe como grande novidade a possibilidade de os riscos serem titularizados.
Conheça a opinião de Francisco Xavier de Almeida, Sócio Coordenador de Corporate M&A da CMS Rui Pena & Arnaut e de Francisco Verdelho, advogado estagiário da mesma área ao Jornal Económico sobre o novo regulamento que criou uma base legal para o desenvolvimento de um mercado para titularização simples.
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