Nuno Pena, Sócio da CMS Portugal, assina um artigo na ECO Advocatus onde, a partir do caso do Banco de Portugal, sublinha que auditorias internas, códigos de conduta e mecanismos de controlo, embora essenciais, nem sempre são suficientes para prevenir ou detetar a fraude. Destaca a importância de investigações internas independentes, conduzidas com rigor jurídico, confidencialidade e metodologias adequadas, como meio de acautelar e mitigar de riscos legais, reputacionais e regulatórios.
Segundo Nuno Pena: “Funções críticas como compras estratégicas, tecnologia da informação e contratação de fornecedores são complexas e, por vezes, opacas, permitindo que riscos passem despercebidos até se tornarem crises de natureza legal e reputacional.”
Leia o artigo na integra: Se até o Banco de Portugal é vulnerável, o que dizer das empresas? – ECO