Com o prazo de implementação do Plano de Avaliação das Diferenças Remuneratórias a chegar ao fim para as empresas notificadas pela ACT, em fevereiro de 2023, Tiago de Magalhães, analisa alguns dos desafios da aplicação da lei, no Expresso.
Segundo o Associado Sénior da CMS Portugal, “em termos oficiais, o apuramento das desigualdades salariais entre géneros é feito com base nos dados do Relatório Único declarado anualmente pelas empresas, que é limitativo”, exemplificando: “uma empresa com 600 categorias profissionais não as pode representar todas no relatório único porque há limitações.
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